Resistência antimicrobiana e uso responsável de antimicrobianos
Aprenda no seu ritmo, amplie sua formação e receba certificado de curso livre.
Curso livre de 30 horas, on-line e assíncrono, para farmacêuticos de farmácia comunitária e hospitalar, profissionais de enfermagem, estudantes da saúde e residentes: o que é resistência a antimicrobianos e por que ela importa, microbiologia mínima para a prática (o que o antimicrobiano alcança e o que não alcança, infecção, colonização e a função da cultura), o caminho de uso responsável na comunidade (receita, automedicação, o antimicrobiano que sobrou e o descarte), cadeia de transmissão, higiene das mãos, precauções e noções de gestão do uso em serviços de saúde, como ler relatórios de vigilância e um perfil de sensibilidade fictícios sem se perder nos números, a ideia de Uma Só Saúde e a lógica de um plano de ação, e como conversar com a pessoa sem prometer nem assustar, notificar e construir uma cultura de segurança. Os casos, serviços, relatórios e tabelas dos exercícios são fictícios. O curso é educacional: não escolhe antimicrobiano, dose nem duração, não ensina a prescrever, não decide conduta para pessoa real e não substitui o protocolo do serviço, a norma vigente nem a avaliação de quem prescreve. Normas e documentos oficiais não são reproduzidos de memória: o curso ensina o roteiro para conferi-los na fonte oficial do dia.
publicado em 01/11/2026 · texto atualizado em 01/11/2026
- Carga horária
- 30 horas
- Conteúdo
- 7 módulos · 24 unidades
- Acesso
- 180 dias
- Certificado
- Validação pública por código
O que este curso não é: não substitui atendimento, diagnóstico, prescrição nem orientação individualizada, e não habilita à prática profissional. É um curso educacional on-line, 100% assíncrono.
Conteúdo que pode pesar: o curso pode tratar de temas sensíveis, como sofrimento psíquico, doença grave, morte, suicídio ou violência. Leia no seu ritmo e pare quando precisar.
Se algo mexer com o que você está vivendo: o curso não é lugar para cuidar de uma crise pessoal. Procure um serviço de saúde ou alguém de confiança, e, se houver risco imediato, ligue para o SAMU 192 ou o CVV 188.
Para quem é
Farmacêuticos de farmácia comunitária e hospitalar, profissionais de enfermagem, estudantes da área da saúde e residentes. Termos técnicos são explicados na primeira vez em que aparecem. Fazer o curso não dá atribuição nova nem autorização para prescrever, escolher ou trocar antimicrobiano, nem para orientar além do que o exercício profissional e o protocolo do serviço já preveem.
Pré-requisitos
Nenhum formal. Recomenda-se ler o texto de abertura sobre o limite do curso: é informação educacional, e a decisão sobre usar, trocar, interromper ou descartar um antimicrobiano é de quem avalia e prescreve, com base no protocolo e na norma vigentes.
O que você vai aprender
- Explicar, em linguagem precisa e sem números, o que é resistência a antimicrobianos e distingui-la de ideias comuns que a confundem.
- Descrever, em nível geral, como a resistência surge e se espalha e por que importa para pessoas e serviços de saúde.
- Diferenciar bactérias, vírus e fungos, explicar o que o antimicrobiano alcança e o que não alcança, e diferenciar infecção de colonização e reconhecer a função da cultura.
- Reconhecer o caminho de uso responsável na comunidade, o papel da receita, os riscos da automedicação e do antimicrobiano que sobrou e o roteiro de conferência do descarte na fonte oficial do dia.
- Explicar a cadeia de transmissão em serviço de saúde, a lógica da higiene das mãos e, em nível conceitual, as precauções e o isolamento.
- Descrever, em termos gerais, a ideia de gestão do uso de antimicrobianos e o papel de quem não prescreve, sem escolher antimicrobiano, dose ou duração.
- Ler um relatório de vigilância fictício sem se perder nos números (contagem, proporção, denominador, número pequeno) e um perfil de sensibilidade fictício, sem decidir tratamento.
- Explicar a ideia de Uma Só Saúde e a lógica de um plano de ação em nível geral, sem citar plano, norma ou meta.
- Conversar com a pessoa sem prometer nem assustar, com escuta, e reconhecer quando encaminhar a quem avalia.
- Reconhecer o que notificar, a quem levar e como conferir normas e canais na fonte oficial do dia, em uma cultura de segurança sem culpa.
- Aplicar o conjunto a um caso integrador fictício e escrever o plano local de uma página, com compromissos dentro do próprio papel.
Competências
- Compreensão dos conceitos básicos de resistência a antimicrobianos em linguagem precisa.
- Conferência autônoma de normas e documentos na fonte oficial do dia, sem depender de memória.
- Leitura crítica de relatórios e perfis de sensibilidade, sem confundir contagem com proporção nem resultado de laboratório com decisão clínica.
- Comunicação respeitosa e sem culpa com quem usa ou guarda antimicrobiano.
- Conhecimento do próprio limite de atuação e capacidade de encaminhar.
- Contribuição para a prevenção da transmissão e para a cultura de segurança do serviço.
Como é estudar aqui
Continue de onde parou
O curso sempre mostra a próxima seção. Em textos longos, o aparelho lembra a parte em que você parou, e só ele: isso não vai para a plataforma.
Revise o que quiser
Nos cartões e nas perguntas de estudo, marque o que precisa rever e, se quiser, guarde para voltar em 1, 3, 7, 14 e 30 dias. É para estudar: não vale nota.
Metas e lembretes só se você escolher
Você pode combinar dias de estudo e uma meta de seções por semana. Não há sequência diária nem cobrança, e todos os avisos por e-mail têm o “Pare por aqui”.
Ao terminar
Uma página mostra o que você fez e quando o certificado é liberado: 7 dias depois do pagamento, que é o prazo em que você pode desistir da compra.
Conteúdo programático
O que é resistência e por que importa · 4 h
Inclui 20 seções · 4 casos · 23 cartões de estudo · 32 questões nos desafios
- Limites do curso e como estudar o tema — O que este curso faz e o que não faz, por que o tema pede leitura cuidadosa e como conferir uma regra na fonte oficial do dia em vez de confiar na memória ou em mensagens encaminhadas.
- O que significa resistência — O que quer dizer resistência a antimicrobianos, por que ela é uma propriedade do micro-organismo e não do corpo da pessoa e como se diferencia da ideia de o corpo se acostumar e de outras razões de um tratamento não trazer melhora.
- Mecanismos em nível geral — Como o uso de antimicrobianos favorece os micro-organismos resistentes, quais são as quatro famílias gerais de mecanismo, como a característica passa de uma bactéria a outra e por que o uso desnecessário contribui.
- Consequências para pessoas e serviços, sem número — Por que a resistência torna o tratamento mais difícil, mais longo e mais caro e aumenta o risco de procedimentos, e como isso toca a rotina de quem trabalha em farmácia e enfermagem, explicado sem estatística.
Microbiologia mínima para a prática · 3,5 h
Inclui 15 seções · 8 casos · 18 cartões de estudo · 22 questões nos desafios
- Bactérias, vírus e fungos — Como diferenciar bactérias, vírus e fungos pela estrutura e pela forma de se multiplicar, e como a categoria de antimicrobiano segue o grupo-alvo; o raciocínio de levantar uma hipótese e o seu limite, com casos inventados.
- O que o antimicrobiano alcança e o que não alcança — Por que um antibacteriano não age em vírus, o que é alvo e o que é espectro, como reconhecer pedidos que misturam as categorias e como responder sem prescrever, sempre com fármacos fictícios, identificados por letras.
- Infecção, colonização e a função da cultura — A diferença entre infecção e colonização, para que serve a cultura e o teste de sensibilidade, por que a coleta antes do uso importa em nível de conceito e por que um resultado sem contexto clínico não define conduta.
Uso na comunidade · 4 h
Inclui 15 seções · 6 casos · 14 cartões de estudo · 24 questões nos desafios
- O caminho de uso responsável e a venda sob receita — O caminho de decisão genérico de uso responsável de antimicrobiano, em etapas numeradas; por que a venda exige receita; e um roteiro para conferir, na fonte oficial do dia, a regra vigente, com casos fictícios e sem fármaco, dose ou prazo.
- Automedicação e o antimicrobiano que sobrou — Por que a automedicação com antimicrobiano pede cuidado, como a sobra se forma e por que reutilizá-la é problema, o que as orientações gerais dizem e o que não fazer com ela, e como responder a um pedido ou oferta de sobra sem prescrever e sem acusar.
- Descarte — Por que o descarte inadequado de medicamentos é problema de saúde pública e ambiental, o caminho do descarte pelo sistema de recebimento em etapas, o que ele cobre e o que fica de fora, e um roteiro para descobrir o ponto de coleta local, com casos fictícios.
Uso em serviços de saúde · 5 h
Inclui 20 seções · 8 casos · 20 cartões de estudo · 32 questões nos desafios
- Cadeia de transmissão no serviço — Como uma bactéria resistente circula num serviço de saúde, em etapas numeradas, com caso fictício, e onde a rotina da sua profissão toca esse caminho, sem protocolo.
- Higiene das mãos — Os cinco momentos da higiene das mãos como ideia, a ideia de cada um, as barreiras de tempo, insumo e estrutura e como levar a dúvida à equipe, sem técnica nem produto.
- Precauções e isolamento em nível conceitual — A diferença entre precaução-padrão e precauções baseadas na transmissão, a ideia de barreira e de isolamento como proteção, e o limite: a decisão local é da comissão de controle de infecção.
- Noções de gestão do uso de antimicrobianos — O que é um programa de gerenciamento do uso, seus seis componentes, quem faz parte e o que cada função costuma fazer, sem definir quem escolhe o antimicrobiano e sem critério clínico.
Vigilância e dados · 3,5 h
Inclui 15 seções · 6 casos · 19 cartões de estudo · 24 questões nos desafios
- Sistemas de monitoramento — Para que servem os sistemas de vigilância da resistência e do consumo de antimicrobianos, como se diferenciam os níveis local, nacional e global e o que se faz com o retorno dos dados, com serviço fictício.
- Ler um relatório sem se perder nos números — Como fazer as perguntas certas a um relatório de vigilância ou de consumo: período, origem, contagem e proporção, denominador, o que mudou e o que ele permite dizer, com relatórios totalmente fictícios.
- Ler um perfil de sensibilidade fictício — Como ler uma tabela de perfil de sensibilidade totalmente fictícia, com micro-organismos X e Y e fármacos A, B e C, e que perguntas levar à equipe, sem escolher tratamento.
Uma Só Saúde · 4 h
Inclui 15 seções · 6 casos · 18 cartões de estudo · 24 questões nos desafios
- A ideia de Uma Só Saúde — O que é Uma Só Saúde, por que a resistência aos antimicrobianos circula entre pessoas, animais e ambiente, o que o conceito não afirma e qual é o papel local, com município fictício.
- Animais, alimento e ambiente — Onde o uso de antimicrobianos fora da saúde humana pode contribuir para a resistência, por que resíduo de medicamento veterinário não é medida de resistência e qual é o limite do papel de quem trabalha em farmácia ou enfermagem, com cenário fictício.
- A lógica do plano nacional — Para que serve um plano de ação contra a resistência aos antimicrobianos, de que peças ele costuma se compor, como é acompanhado e revisto, o papel de cada setor em Uma Só Saúde e o que cabe à ação local de cada profissional, com país e hospital fictícios.
Comunicação, ação local e integração · 6 h
Inclui 20 seções · 13 casos · 25 cartões de estudo · 38 questões nos desafios
- Conversar com a pessoa sem prometer nem assustar — Como conversar sobre antimicrobianos com respeito e honestidade: sem prometer cura, sem assustar, sem culpar, perguntando antes de presumir, checando o entendimento e encaminhando à equipe prescritora o que não é seu. Falas ensaiadas em casos totalmente fictícios.
- Notificar e cultura de segurança — O que é notificar e para quê, como a cultura de segurança trata o erro sem busca de culpados, características de um sistema de notificação que funciona e o caminho da informação dentro do serviço, em termos gerais. Atividade de registro de um evento fictício, sem dado identificável.
- Caso integrador fictício — Um caso totalmente inventado que atravessa balcão, serviço, relatório e família, para usar juntas as ferramentas do curso: o caminho de decisão, a cadeia de transmissão, o roteiro de conferência, as perguntas ao relatório e a conversa sem promessa, susto nem culpa.
- Atividade integradora, avaliação final e síntese — Revisão do curso inteiro, módulo por módulo, e produção de um plano local de ação de uma página para um serviço totalmente fictício, com quatro compromissos de rotina, seguidos da avaliação final com questões de todos os módulos.
Carga horária de 30 horas, somando leitura do material, atividades escritas, casos para analisar, desafios e avaliação (o programa acima soma 30 h estimadas). Só a leitura do texto leva cerca de 5 horas; o restante é tempo de fazer as atividades e estudar com atenção. Não é tempo de página aberta.
Docentes e responsáveis
- Prof. Dr. Edson Sidião de Souza Júnior — Farmacêutico (UFG, 2000; CRF-GO 3686); mestre (2004) e doutor (2008) em Medicina Tropical pela Universidade Federal de Goiás. Docente e responsável acadêmico pelo curso
Como concluir e certificar
Concluir todas as seções dos sete módulos, ser aprovado(a) nos desafios com nota mínima de 70% (cada questão aceita até 2 tentativas) e registrar as atividades escritas, incluindo a integradora, com o número mínimo de palavras. As atividades escritas recebem conferência automática com sugestões, feita com apoio de inteligência artificial: não há leitura por pessoa nem nota, ela não impede a conclusão, e nunca se escrevem dados de pessoa real nem de serviço real. O curso é 100% on-line e assíncrono. O certificado é emitido pela plataforma, informa a carga horária cumprida e pode ser conferido pelo código de verificação; não sugere reconhecimento oficial, habilitação profissional, aproveitamento em outra instituição nem autorização para prescrever ou orientar tratamento.
- Concluir todo o percurso obrigatório do curso (leituras, atividades e entregas).
- Ser aprovado em cada desafio, com nota de corte de 70%. Cada questão aceita até 2 tentativas.
- Emitir o certificado na própria plataforma, depois dos 7 dias em que você pode desistir da compra.
Certificado emitido por i9educar (CNPJ 35881166000149), com código de verificação pública. Certificado de curso livre não confere graduação, especialidade nem habilitação profissional; o aproveitamento como atividade complementar depende da regra da sua instituição de ensino. O certificado é liberado 7 dias depois da confirmação do pagamento.
O certificado é concedido por requisitos de conclusão automáticos: as seções, os desafios e a atividade escrita registrada, com um tamanho mínimo. A coordenação lê a atividade depois e pode devolvê-la para nova versão, mas o certificado não atesta avaliação individual feita por professor.
Sobre o conteúdo de saúde
O curso tem finalidade educacional. Não substitui atendimento, diagnóstico, prescrição nem orientação individualizada, e não deve ser usado para decidir o cuidado de pessoas.
- Revisão técnica
- Dr. Edson Sidião de Souza Júnior, Farmacêutico
- O que foi revisado
- Todo o conteúdo
- Revisado em
- 01/11/2026; a revisão vale até 01/11/2027
A plataforma guarda o que a pessoa que revisou declarou sobre a própria formação e registro; não verifica registro profissional. Como o conteúdo é feito e corrigido: veja a política editorial.
Perguntas frequentes
Quando recebo o acesso?
Assim que o pagamento é confirmado, e você recebe um e-mail de confirmação. O Pix costuma ser confirmado em minutos; no boleto, a compensação depende do banco.
Por quanto tempo tenho acesso ao curso?
O acesso vale por 180 dias a partir da matrícula. O que você concluir fica registrado, e um certificado emitido continua válido e verificável.
Como funciona a avaliação e quando saio com o certificado?
Você conclui todo o percurso obrigatório e é aprovado em cada desafio, com nota de corte de 70%. Cada questão aceita até 2 tentativas. O certificado é emitido por você, na plataforma, depois dos 7 dias em que é possível desistir da compra, e leva um código de verificação pública.
Posso desistir da compra?
Sim. Em até 7 dias corridos você desiste sem dar motivo e o valor pago volta para você. Depois desse prazo, o pedido de reembolso segue a política publicada no site.
Preciso de conhecimento prévio?
Nenhum formal. Recomenda-se ler o texto de abertura sobre o limite do curso: é informação educacional, e a decisão sobre usar, trocar, interromper ou descartar um antimicrobiano é de quem avalia e prescreve, com base no protocolo e na norma vigentes.
O curso substitui atendimento ou me habilita para a profissão?
Não. É um curso livre, de finalidade educacional: não substitui atendimento, diagnóstico, prescrição nem orientação individualizada, e o certificado não habilita ao exercício profissional. O aproveitamento como atividade complementar depende da regra da sua instituição de ensino.
Posso estudar pelo celular?
O site foi feito para funcionar no celular, sem aplicativo, e pode ser instalado na tela inicial. Leitura, desafios e entregas escritas têm tela própria para telas pequenas, e seções que você salvar podem ser lidas sem conexão.
Como é calculada a carga horária?
A carga declarada, de 30 horas, não pode ser maior do que a soma do tempo estimado das seções do percurso obrigatório: a plataforma não deixa publicar assim. Não é tempo de página aberta. Detalhes na página "Como calculamos a carga horária".
Quem revisou o conteúdo de saúde?
A revisão técnica é de Dr. Edson Sidião de Souza Júnior, que declarou a formação Farmacêutico. A ficha completa, com data e validade, está na seção "Sobre o conteúdo de saúde" desta página.
Mais sobre o cálculo da carga horária em Como calculamos a carga horária; sobre a desistência, na política de reembolso.